terça-feira, 10 de julho de 2012

Melhor do que comer tatu!


      Tive a idéia e comuniquei à minha trupe: iríamos à Santa Teresa assistir a um show na base do "de grátis"! Ocasião melhor, impossível: verão, férias, vinda da minha sobrinha predileta (só tenho essa! rssssssssssss Sempre que eu dizia isto, que era a predileta, ela ficava toda boba, mas só quando era criancinha, depois, me ferrei: ela descobriu o truque!rsssssssssss Mas é a predileta, mesmo assim!) e de uma amiga direto de Suzano, SP, para o Rio de Janeiro! Tudo combinava para que aquele passeio fosse "O" passeio! Bastava pegar o metrô, descer no Largo da Carioca, pegar o Bondinho e "Santa Teresa, estamos chegandooo"!!! Que maravilha!


       Ai, que ano era? Em que ano, Méo Déos, fui à Santa Teresa farrear com a turma??? rsssssssssssss Cabecinha esquecida, hem? Ah, mas penso, suponho, julgo, creio, que deveria ser...  1.999! Ou 98? 97? Ora, façamos de conta que esses três anos citados são um só, porque foi por aí, nesse miolo. A minha turma? Sim, minha turma era formada por minha filha caçula que, pelas datas em questão, deveria ter uns dezesseis, dezessete anos! É, não pode ter sido em 97, senão ela teria quinze, e não tinha! rssssssssssssss Ok, continuemos: minha filha caçula, minha sobrinha, a amiga paulista da minha sobrinha e minha amiga Lucy, professora de História, que trabalhava comigo em uma das escolas em que eu lecionava (além de ser minha vizinha de redondezas). Eu e minha turma. Cinco mulheres a caminho da farra!



       O show aconteceria no Parque das Ruínas, que é um belíssimo ponto turístico em Sta Teresa. É um local idílico! Um casarão despedaçado (em parte), lá no alto do morro, escorrendo uma visão privilegiada da nossa cidade! Até o ar entra diferente no pulmão da gente quando estamos em lugares assim, tão belos! E as ruínas daquele casarão, bem preservadas e preparadas para receber o público em shows ao ar livre, nos fundos do casarão, e em exposições, nos recônditos dos cômodos, são divinas!

 Parque das Ruínas
Aberto ao público, o Parque foi o que restou do Palacete Murtinho Nobre, onde morou Laurinda Santos Lobo. A casa foi um dos pontos mais efervescentes da vida cultural carioca até a morte da anfitriã, em 1946



       Show de quem? Hã? Ah, lembro não, me perdoem, eu queria era farrear e levar aquelas meninas lindas para um passeio inesquecível! Sei que o show estava marcado para começar ao cair da tarde! Daí que saímos, em horário de verão, imaginem, com o sol a toda! Rio de Janeiro, 40°! Com roupas bem fresquinhas: alcinha e tomara-que-caia se alternando sobre os nossos corpinhos charmosos. E assistimos a um por-de-sol magnífico lá em cima. De dar inveja, do queixo cair e babar! rsssssss Ah, é sério, minha cidade é linda, a visão que tivemos... tudo de bom!



        A noite foi caindo, a brisa  roçando na pele, a vontade de ficar aumentando... mas não dava. Tudo estava muito bom, mas Pavuna nos esperava ansiosa e distante (uma hora e meia pelo menos)! Saímos vagarosas daquele lugar gostoso de ficar. Fomos para o ponto onde os bondes dão a paradinha para pegar o povo, mas ele demorava, demorava, demorava. Foi então que surgiu... a kombi!!! rsssssssssssssssss Felizes, porque a dita cuja parou e ainda tinha vaga naquela "lotada", nos dividimos: duas lá atrás, no último banco, duas no banco seguinte e euzinha no banco atrás do motorista. Quase cantei: "E vambora de kombi, vambora, vambora!", mas resisti. Até podia, né, porque na volta de qualquer festa vale tudo: tirar sapato que aperta, afrouxar nó de gravata, desabotoar o sutiã que sufoca (não vou nem falar das cintas que algumas de nós usam! rssssss), coçar a bunda bem à vontade, tirar a meleca que vinha atrapalhando a respiração, ih, esssas coisas todas!
       No banco em que eu sentara, haviam duas pessoas do meu lado esquerdo, um casal (sendo que a mulher colada em meu ombro) e um senhor, de mais ou menos uns quarenta e cinco anos, à minha direita. Eles, os três companheiros de banco, eram meio fortinhos, daí que eu, com meus quarenta e oito quilinhos em cima de um metro e cinquenta e três centímentros, estava meio apertadinha. Até aí tudo bem, mas só que vocês já sabem que a minha boca é algo destrambelhada em certas horas, então resolvi puxar assunto com quem estava ao meu lado, para passar o tempo, para distrair o povo, essas coisas.  Comecei perguntando por quem sabia me dizer onde eu deveria descer para pegar o metrô para a Pavuna. Então, o quarentão e meio que estava ao meu lado, mostrou a que veio:
       - Ah, você não conhece o Rio? Não é daqui não? -  perguntou todo sorridente.
       - Conheço e não conheço, é que não venho aqui há muito tempo, respondi fazendo um teatro para não perder a oportunidade de um conversê.
     - Você é de onde? - perguntou ele se jogando um pouco mais no meu bracinho de musculinho molinho.
       - Sou do Rio mesmo, mas tem muito tempo que moro em outro lugar. Nesse momento, claro, eu já tinha engatado um jeito de falar diferente, pra não parecer tão carioca. E ele sorria mais ainda quando me perguntou onde eu morava.
       - Em Suzano, São Paulo, conhece?
     - Claro que conheço! Olha, moça (aqui eu é que fiquei sorrindo: mocinha, mocinha! rsssssssssssss), eu conheço esse Brasil todinho, todinho, eu sou caminhoneiro, ando tudo quanto é lugar!
       - Sério? Deve ser maravilhoso conhecer tanto lugar, né não? - perguntei mostrando um interesse genuíno. E olhei bem para ele, dentro daqueles olhinhos: o cara estava me paquerando! Que beleza! Não, não era o meu tipo, nem um pouquinho. Se bem que na idade que eu já estava (quarenta e quatro, ou cinco, por aí), aprendera que essa coisa de ser meu tipo ou não ser não combina com o coração. Vai entender! 
       - Conheço mesmo, você tem que conhecer também! Aqui mesmo, pro interior do Rio, tem um  monte de lugar que é uma beleza! Eu costumo parar neles todos! Conheço gente, muita gente, quando eu páro, tem lugar que jogo até futebol com as pessoas do lugar! - Como se exibia, parecia um pavão: gesticulava, sorria, estufava o peito.
       - Que beleza! - dizia eu e ele mais animado ficava, mais falante, e eu dava corda (ele estava tão feliz, o que custava, né?)!
       - Olha, na cidade mesmo de (ele falou a cidade, mas não lembro mais)... eles faz até churrasco pra mim! E carne de caça! Você já comeu carne de caça?- Claro que respondi correndo que não e devo ter feito uma cara meio espantada.
       - É bom, bom mesmo! Já comi até tatu! 
     - Tatu???!!! - perguntei com meu cerebrozinho dando voltas, pernadas e sacudidas. Só vinha, na minha cabeça, a letra da música dos Mamonas Assassinas "comer tatu é bom, pena que dá dor nas costas, porque o bicho é baixinho e é por isso que eu prefiro as 'ovéia'..."! Segurei a vontade de rir que a minha lembrança provocara e falei com a voz mais doce do mundo:
       - Mas já ouvi dizer que comer tatu dá dor nas costas, moço! - Ouvi um riso escapado atrás de mim e o quase engasgo da fofinha do meu lado esquerdo. Ele retrucou sem entender:
       - Dá não, moça, dá não, eu comi, a carne é boa, não faz mal nenhum, nenhum! -  Insisti:
       - Ah, mas eu já escutei que dá dor nas costas, não sei se é verdade, mas, dizem por aí, que comer tatu dá muita dor nas costas!
       O motorista da Kombi me olhou pelo retrovisor e riu. Aproveitei e falei:
       - Não é por aqui que temos que descer?
       Ele concordou e deslocou o veículo para o acostamento. As portas abriram e descemos gloriosas. Acenei para o meu paquera e ainda gritei: 
       - Cuidado quando comer tatu!
       Minha trupe ria de se envergar. E, claro,  também ri! Só que, até hoje, penso que exagerei: não deveria ter tirado onda com aquele homem, afinal, ele só estava se exibindo porque me paquerava. E ser paquerada, vamos combinar, é sempre muito bom! Melhor do que comer tatu, com certeza!


Cléa Siqueira
        
      
      

28 comentários:

  1. Pôxa vida Cléa...o homem pavão estava te paquerando,fazendo de tudo pra chamar a sua atenção,(quem sabe até testando o poder de sedução dele),e vc tirando onda com a cara do sujeito!?!? kkkkkk
    Será que ele se deu conta,que vc se referia à música duplo sentido dos Mamomas Assassinas!?!
    Mas vc deveria ter falado pra ele,que comer tatu,além de dar dor nas costas,dá processo no IBAMA.rsrs!
    Bjs e boa noite :)

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    1. Ai, Clauzinha querida!
      Nem lembrei disso, sabia? rsssssssssssssssssssss Do Ibama! rsssssssssssss
      Que nada, menina! Ele não se deu conta, santa ingenuidade, por isso acho que exagerei! Coitado, ele tão alegrinho, crente que estava ganhando uns pontinhos na paquera, né? E eu sabotando o pobre! Ai, como fui bandida! rsssssssssssssssss
      Bjsssssssssssss, quérida!

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  2. OI CLÉA!
    ME DIVERTI COM TUA HISTÓRIA, COITADO DO MOÇO, "SE ACHANDO" NÉ?
    ABRÇS

    zilanicelia.blogspot.com.br/
    Click AQUI

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    1. Oi, querida Zilani
      Que bom que se divertiu, mas eu fui meio mazinha, né não? rsssssssssssss
      Bjsssssssssssssss, quérida!

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  3. Oi Cléa!
    rssss
    Você é demais menina! Sai com cada uma, eu nunca iria me lembrar de uma frase de música em uma situação dessas.rsss
    Coitado do homem, se achando!rsss
    Beijinhos!

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    1. Oi, querida Valéria!
      Coitado do homem mesmo! rssssssssssss Exagerei na dose, né não? rssssssss
      Isso vive acontecendo comigo: lembrar de uma frase no meio de uma conversa (e que nem sempre dá para falar, né? Duro é ter que engolir, ficar quietinha! rssssssssssss)!
      Bjssssssssssssss, quérida!

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  4. Oi Cléa, é a Vi, só você mesmo para tirar onda da cara do paquera.
    O homem cheio de amor pra dar nem percebeu tua "maldade",kkkk
    Mas é maravilhoso ler você descrevendo momento deliciosos da sua vida.
    Muitos beijos,Vi

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    1. Vi, meu docinho,
      Pois é, não é? Fui mázinha! Ou maldosa? Nem sei! rsssssssssssss Mas sei que fui uma coisinha assim meio ruinzinha com aquela criatura!
      Que ele me perdoe, onde quer que esteja, até que esteja comendo tatu! rssssssssssssssssssssss
      Bjssssssssssss, quérida e obrigada!

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  5. kkkkkk Ai ai Cléa eu sempre digo, carioca de bobo não tem é nada, e não é que vc tirou onda com a cara do exibido paquerador?? Comer tatu dá dor nas costas foi o máximo, pior que o cara nao deve ter entendido é nada rsrs. Muito bom o texto como sempre, as lembranças, recordações boas dos tempos bons, adorei as fotos. Bjocas

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    1. Oi, minha querida amiga!
      É, tenho que admitir: carioca não é muito bobo não e, às vezes, se faz de bobo pra se divertir mais um pouquinho! rsssssssssssssss
      Pois é, mas eu tinha que ter poupado o cara, né não? O dito estava jogando charme, olha só! E eu fiz o coitado, como se diz agora, pagar mico e, o pior, sem saber que pagava!!! rssssssssssssss Fui cruel!
      As fotos não exibem a verdadeira beleza daquele lugar: é muito lindo, a gente se sente como se tivesse voltado no tempo - quando está dentro do casarão - e como se não tivesse amarras, completamente livre, ao lado de fora!
      Bjsssssssssssssss, quérida!

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  6. Quérida, como não te descobri antes da minha vida hein....adoreiiiiiii....vou te colocar lá na minha Fan page, depois dessa "sexta 13" toda nebulosa, vc arrasou...obrigado pela cia de sempre....bjinho quéridaaaaaaaa

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    1. Menina querida!!!
      Acredita que ainda nem tinha me dado conta de que hoje é sexta-feira TREZE???? rsssssssssssssssssss Sério, nem me toquei! rssssssssssss
      Vc não me descobriu antes pq tudo tem seu tempo certo, a gente é que não sabe de nada! Nos encontramos na hora H, exata, perfeita! Vou até fazer parte da sua Fan page (depois me explica o que é, ok? rsssssssssss)!
      Eu é que agradeço as palavras tão gostosas!
      Bjsssssssssssssss, quérida!

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  7. Cléa querida, vc é danada.Não perdoou nem o charme que o coitado jogava pra cima de tu(srsrs). Mas, com toda a história fiquei com uma baita vontade conhecer Santa Teresa.Ainda vou por aquelas bandas, me aguarde.
    As fotos estão lindésimas, menina.
    Bjos mil,
    Calu

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    1. Rsssssssssssss Ai, Calu, fui mazinha, não fui?rsssssssssssss
      Ah, vai sim, e eu nem cheguei a falar dos ateliers (qual é o plural do raio desta palavra francesa? rssssssssssss)
      Lamentavelmente, as fotos não são minhas, peguei da internet: não tenho, nem nunca tive (creio que é de família) o hábito (prazer, né?) de fotografar coisas, pessoas, eventos, passeios. É uma bosta pq faz falta, principalmente a esta altura do campeonato, para a memória! Sempre dá uma ajudazinha na lembrança, né não?
      Bjssssssssssssssssss, quérida!

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  8. Minha querida Cléa,

    Mais uma vez adorei o seu causo...sabe,cada vez que eu te leio,me dá uma vontade(Baita,como diz a Calu)de ir à sua casa,sentar na cadeira ou banco de sua cozinha e ficar jogando conversa fora até o dia amanhecer...e também me deu uma saudade enorme de Sta Teresa,do tempo em que morei no Rio e minha irmã dava aula no Colégio Menino Jesus(em Sta Teresa)...e era uma delícia pegar o bondinho e ir ver o Rio lá de cima.
    Ah,gstei muito de suas visita,tá?E do comentário também.
    Bjssss serranos,

    Leninha

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    1. Leninha querida!
      Desce a serra, pode descer, meu apê dá pra vc todinha! Mas a gente não vai conversar muito na cozinha não, pq ela não é grande e não sou boa em guloseimas! Vamos nos aboletar na sala e tagarelar muiiiito!!! rsssssss Vai ser papo pra mais de metro, como dizia a minha amiga Philomena, a Véia Mary!!!
      Fui poucas vezes à Sta Teresa, mas, as poucas que fui, sempre foi muito bom!
      Bjsssssssssssssssssssss, quérida!

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  9. Como personagem dessa história não poderia me furtar a comentar: GENTE, SABE O QUE É PENSAR QUE VAI MORRER DE TANTO RIR TENTANDO CONTER O RISO? Pois é, foi isso que aconteceu comigo quando a minha mãezinha querida tirou esse sarrinho básico com o "paquera" dela! rssss Enfim, foi daí que até mudei a música para ovéia (o original fala cabritas mesmo!), porque sempre me lembro desse episódio e começo a cantarolar, rindo como uma besta!!! Te amo!! E como sempre, que dom maravilhoso esse que vc tem de contar um causo e fazer com que a gente se sinta parte dele (mesmo nas situações em que não fizemos)!

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    1. Minha querida filhota!
      Até que enfim deu o ar da sua gracinha! rssssssssssssss
      E confessa: vc gostou da diversão, né não?
      Dê, eu tinha esquecido que a letra original falava em cabritas! rssssssssss De tanto vc cantar as "ovéia", eu introjetei! Caraca!!!
      E a banda que fomos assistir? Afinal, era show de quê ou de quem? Tô esquecida, menina! rssssssssssssss Ah, tb eu estava interessada mesmo era no passeio com vcs!
      E confessa de novo: vc não faz, mas adora que eu faça pra vc rir, né não?
      Bjsssssssssssss, líndica quérida!

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  10. Cléa que história divertida rsrsr, vejo que você sabe como aproveitar o dia ...
    Passei pra deixar um olá, e desejar um final de semana de paz ...

    Abraços
    RioSul

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    1. Oi, Riosul!
      Nem sempre, querido, nem sempre, mas sempre que dá!
      Penso que temos que fazer valer a pena estar vivo, então nada como se divertir com o dia a dia, né não?
      Pra vc, tb, um belo fim de semana de paz!
      Bjssssssssssssssssssss, quérido!

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  11. KKKKKK!!! Eu tô aqui rindo sozinha...só você mesmo!!!kkkkk...Tadinho do tatu, que não tem nada com a paquera...e do pobre do homem também, que se entendeu preferiu fingir que não...eita que essa mulherada é fogo!

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    1. Oi, querida!
      Ah, eu tb sinto pena do pobre! Que fazer?! rssssssssssssss
      É que não resisti! Mas me penitencio até hoje! Quer dizer, quando lembro, certo?
      Bjsssssssssssss, quérida!

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  12. Ai Dodoca... tadinho do caminhoneiro, fiquei com dó dele, srrsrs (sou dessas..) ele te paquerando todo todo e vc deixou o pobre lá... sozinho e ainda com uma piadinha infame...

    Menina malvada, rsrsr

    bjus 1000 queridona

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    1. Oi Pepita querida!
      Pois é, tb sou dessas que fica com dó! Só que tenho um pequeno problema: segurar a língua numa hora dessas! rsssssssssssss Perder a piada me dá um dóóóó!!! Também!!! rssssssssssss
      Ai, fui malvada né mesmo? Ufa!!! rssssssssssssss
      Bjsssssssssssssss, quérida!

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  13. OI CLÉA!
    PASSANDO PARA TE DAR UM ALÔ.
    ABRÇS

    zilanicelia.blogspot.com.br/
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    1. Oi, querida Zi!
      Que lindo! Amei sua visita só pra dar um alô! Tão bommmmmm!
      Bjssssssssssssss, quérida!

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  14. Oi Cléia querida!

    Obrigada pela visita e pelo sentimento lindo em suas palavras.Também sinto o mesmo em relação a você,uma amiga quase que de infância...te gosto muito.

    Bjssssss
    Leninha
    Uma deliciosa noite,com sonhos lindos.

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    1. Ora, querida,
      Obrigada a vc!
      Bela noite de sábado, lindo domingo e bjssssssssssssssss, quérida!

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Muito obrigada por participar do meu blog com o seu comentário.
Bjssssssssssssssssssssssss